segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Saiba como obter um certificado digital para a sua empresa
Por Fabiana Monte, da Computerworld
18 de dezembro de 2009 - 14h43
A partir de 1/1/10, as empresas com lucro presumido terão de adotar a certificação digital para que possam assinar digitalmente documentos que serão entregues à Receita Federal como declarações e demonstrativos financeiros. A exigência foi estabelecida pela Instrução Normativa 969 de 22/10/09 e estima-se que ela deverá fazer com que entre 1,4 milhão e 1,5 milhão companhias tenham de se adequar à nova regra.
Apesar da determinação começar a valer em janeiro, é no mês seguinte, fevereiro, que as companhias terão de entregar o primeiro documento dentro da nova regulamentação. Trata-se da Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF), cuja prestação de contas deverá ocorrer em fevereiro. A preocupação das autoridades certificadoras é que as empresas deixem para solicitar os certificados digitais em cima da hora. "Se todo mundo resolver fazer na última hora, fica igual à venda de ingresso de partida de futebol", compara o gerente de certificação digital da Serasa Experian, Helder Moreira.
A Serasa Experian é uma das dez autoridades certificadoras habilitadas pela Receita Federal (a lista completa pode ser consultada no site da Receita Federal) e está se preparando para atender à demanda de última hora. Embora não possa revelar detalhes, Moreira afirma que o plano da companhia é receber 60% do volume de novos certificados digitais.
Já a Certisign, outra autoridade certificadora habilitada prevê abocanhar 30% deste novo mercado. E o vice-presidente da companhia, Julio Cosentino, também está preocupado com a ainda pequena procura das empresas com lucro presumido pela solução. "O País hoje conta com o sistema nacional de certificação digital, com mais de 1.000 pontos de emissão, mas esses não podem emitir tudo junto na última semana. O ideal é espalhar isso dentro de um prazo", avalia.
O processo de emissão do certificado digital envolve procedimentos que devem ser feitos pela internet, mas também exige o comparecimento a um dos pontos físicos de emissão das autoridades certificadoras. Daí a preocupação dos executivos do setor com o acúmulo de pedidos em um pequeno prazo.
Como obter o certificado digital
O primeiro passo para obter um certificado digital é acessar o site da Receita Federal e escolher uma das autoridades certificadoras. Uma vez feita a opção, você deve ir ao site da autoridade certificadora, solicitar o tipo do documento e agendar dia e hora para retirar o certificado em um posto de atendimento.
O titular do certificado deve comparecer pessoalmente ao local físico, levando documentos originais e cópias. A lista de documentos que devem ser apresentados varia em função do tipo de certificado solicitado (eCPF ou eCNJP). "É uma regra do governo para garantir que essa pessoa é verdadeira", explica Moreira.
A orientação do executivo da Serasa é que o solicitante opte por um certificado digital do tipo A3 que é armazenado em cartão com chip ou token e exige uma leitora para funcionar. Além disso, sua validade é maior, de até três anos. Outra opção seria o documento do tipo A1, mas este certificado fica armazenado no computador (o que limita a portabilidade do documento) e tem validade de um ano.
Os dois tipos podem ser obtidos como eCPF e eCNPJ, mas Moreira recomenda a opção pelo eCPF, que garante não só a adequação à instrução normativa 969, mas também pode ser usado para fazer a declaração do Sped Contábil. "Se é só para entregar as obrigadações da Receita, o eCPF resolve. Mas se é para emitir nota fiscal na qual o dono da empresa não vai assinar a nota, é melhor emitir o CNPJ e passar para o gerente de contabilidade que vai assinar notas fiscais", orienta Cosentino.
Os preços variam em função da autoridade certificadora escolhida. No caso da Serasa Experian, o eCPF A3 com validade de três anos custa 380 reais, com cartão e leitora incluída. Já o eCPF A3 em token da Certisign custa 365 reais e também tem validade de três anos.
Em ambas empresas, os eCPFs do tipo A3, com três anos de validade, mas vendidos sem leitora custam, respectivamente, 220 reais e 215 reais. Já os preços de eCNPJ A3, com validade de três anos, sem leitora saem por 300 reais, na Serasa Experian, e 295 reais na Certisign. Com leitora, os valores sobem para 465 reais e 445, respectivamente.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Empresas com lucro presumido deverão ter certificado digital
Por Redação da Computerworld
11 de dezembro de 2009 - 13h11
A partir de 1º/1/10, empresas com lucro presumido serão obrigadas a ter assinatura digital, com certificado digital válido, para a transmissão de declarações e demonstrativos para a Receita Federal. A determinação foi estabelecida pela instrução normativa 969/2009 e vale para a entrega de declarações fiscais inclusive de anos anteriores.
De acordo com comunicado da Receita Federal, os empresários poderão criar procuração eletrônica para que os contadores possam transmitir declarações em nome das empresas para as quais prestam serviços. A procuração pode ser obtida diretamente na internet, sem a necessidade de comparecimento a uma unidade da Receita Federal. Para isso, tanto contadores quando as empresas terão de contar com certificados digitais.
Se a empresa não tiver certificado digital também pode conceder uma procuração, mas, neste caso, deverá comparecer a uma unidade da Receita Federal. Primeiro, é necessário cadastrar no site da Receita Federal uma solicitação de procuração. Este documento deverá ser impresso e assinado pelo responsável da empresa perante o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ).
A procuração deverá ser entregue na Receita no prazo de 30 dias contados da data de sua emissão, acompanhada de cópias autenticadas dos documentos de identidade do empresário e do contador.
A autenticação das cópias poderá ser realizada pela própria unidade de atendimento da Receita, mediante apresentação dos documentos originais. Após a aceitação da procuração, o possuidor do certificado passará a ter acesso aos serviços da Receita, em nome da empresa.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
FDC na ExpoManagement
A Fundação Dom Cabral estará presente, mais uma vez, na ExpoManagement, um evento da HSM que reúne os maiores executivos e pensadores do management do país e do mundo, como a escola de negócios oficial. Estarão presentes ao evento presidentes, diretores e altos executivos das grandes empresas. Durante três dias, eles terão a oportunidade de assistir a grandes palestrantes internacionais, consolidando suas estratégias gerenciais e de marketing.
Neste ano a FDC disponibilizará, além do seu estande na feira, palestras em um auditório exclusivo,com especialistas que falarão sobre os diversos temas da gestão, ao longo dos 3 dias.
Para conferir e participar, confira a programação do evento no site http://www.fdc.org.br e para mais informações entre em contato através do e-mail portal@fdc.org.br.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Shell fecha seguro de US$ 1,5 bi para operações no país
O contrato protege todos os blocos de produção da petroleira holandesa no país, como os da Bacia de Campos, de Santos e do Espírito Santo. Também inclui um navio plataforma e a distribuição de combustível para aviões em 50 aeroportos brasileiros.
Para colocar a apólice na praça, a Shell fez há algumas semanas reuniões individuais com as principais seguradoras que atuam com grandes riscos para o setor de petróleo. A Allianz Seguros foi a vencedora.
O contrato será para o período 2009/2010 e cobre riscos patrimoniais e responsabilidade civil (danos causados a terceiros). Por questões contratuais, o valor do prêmio não foi revelado.
A própria seguradora cativa do grupo Shell, a Solen Versicherungen ficou com todo o resseguro (uma espécie de seguro do seguro, feito para diluir riscos). Na estratégia montada, a Solen, com sede na Suíça, primeiro retém todo o risco e depois repassa parte dele a um "pool" de resseguradoras no mercado. No setor de petróleo, há dois centros mundiais que concentram as resseguradoras que atuam no segmento, um em Londres e outro em Houston (EUA).
Ângelo Colombo, diretor de grandes riscos da Allianz, avalia que a própria apólice da Shell é um indício dos negócios bilionários que virão por aí. "Pela primeira vez, os contratos de resseguro do setor estão sendo traduzidos para o português. O Brasil não tinha experiência nenhuma na área. Mas como será um produtor de petróleo, isso está mudando", diz ele. A apólice da Shell foi toda desenhada por técnicos brasileiros. "Isso era uma coisa impensável há alguns anos."
A própria petroleira, prevendo mais negócios no futuro, resolveu trazer sua resseguradora ao país. Segundo uma fonte do setor, vai pedir licença à Superintendência de Seguros Privados (Susep) que a Solen opere localmente.
A Shell foi a primeira empresa estrangeira a participar da extração de petróleo no Brasil. Em boa parte dos campos atua em parceria com a Petrobras. No ano passado, ganhou a concessão para atuar na Bacia de São Francisco (MG), na qual todo o investimento será da Shell.
Os investimentos ligados ao pré-sal devem movimentar bilhões de dólares. Só a Petrobras estima que precisa gastar US$ 111 bilhões para extrair o óleo de um lugar tão profundo.
Tudo isso pode se reverter em prêmios polpudos para o setor de seguros. Colombo, da Allianz, avalia que o maior desafio para as seguradoras e resseguradoras será calcular o risco e as taxas para um tipo de exploração novo, que não existe em outro lugar do mundo e que vai exigir equipamentos e técnicas diferenciadas.
Várias petroleiras estrangeiras, como a francesa Total, e a Petoro, a estatal norueguesa, anunciaram que querem participar desse mercado. A própria Shell também vai participar. No ano passado, por conta dos investimentos em petróleo, fechou uma apólice de US$ 1 bilhão para a construção de uma plataforma na Bacia de Campos (a BC-10). A apólice ficou com o Itaú XL.
O maior contrato de seguro no setor de petróleo no país é o da Petrobras, atualmente com o Itaú. São US$ 40 bilhões de ativos cobertos (incluindo plataformas marítimas, refinarias, responsabilidade civil e transporte de produto).(Fonte: Valor Econômico/Altamiro Silva Júnior, de São Paulo)
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Portal lança simulador de investimentos na bolsa de São Paulo
Por Redação do IDG Now!
14 de agosto de 2009 - 08h34
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e o UOL lançaram nesta quinta-feira (13/8) o UOL Invest, um simulador que oferece aos internautas a oportunidade de conhecer como funciona o mercado de compra e venda de ações na Bolsa.
A nova ferramenta concede a cada participante um crédito fictício inicial de 200 mil reais e uma carteira, também virtual, composta pelo lote padrão das 15 ações mais líquidas da Bovespa.
A partir daí, esses investidores passam a operar, via internet, no mercado à vista de forma simulada.
Com o simulador, as empresas esperam incentivar a entrada de novos participantes no mercado de capitais, deixando os usuários mais confortáveis com os conceitos necessários para sua operação.
No UOL Invest, os usuários que alcançarem os melhores desempenhos em suas carteiras serão premiados: quem apresentar melhor rentabilidade ao final de um período, mensal ou anual, do Brasil ou de cada uma das regiões do País.
Assim, haverá três categorias de premiações: melhor desempenho anual no Brasil; melhor desempenho anual por região do País; e melhor desempenho mensal nacional.
O vencedor do ranking anual Brasil recebe como prêmio um pacote de viagem de uma semana para um resort, com direito a um acompanhante, e um notebook. Já os vencedores regionais ganham um curso relacionado ao mercado de ações em São Paulo. A melhor performance mensal recebe passagens de ida e volta para uma cidade brasileira.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Santa Catarina ganha legislação de inovação
Por Redação do COMPUTERWORLD*
12 de junho de 2009 - 14h55
Santa Catarina ganhou uma lei de inovação esta semana, quando o governador do Estado, Luiz Henrique, regulamentou a "Lei Catarinense de Inovação". A nova legislação foi sancionada em 2008, mas só agora foi regulamentada, o que permitirá uma série de incentivos à pesquisa científica e tecnológica voltada à inovação.
Entre os estímulos financeiros estão os do programa PAPPE-Subvenção, que vai beneficiar projetos de diversos setores apresentados por 37 empresas, selecionadas entre os mais de 600 submetidos ao processo de julgamento das propostas. Os valores dos projetos variam até um teto de 300 mil reais.
Além disso, com a legislação, Santa Catarina se habilitou a colocar em prática o financiamento de projetos de pesquisa em diversas áreas do conhecimento. No total, foram disponibilizados 9,5 milhões de reais, sendo aproximadamente 6,5 milhões de reais aportados pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP/MCT); 1,5 milhão de reais pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de SC (Sebrae) e 1,5 milhão de reais restantes pela Fapesc.
A Lei Catarinense de Inovação traz benefícios imediatos para as empresas selecionadas por um programa capaz de contribuir para o desenvolvimento tecnológico regional, aumentar a competitividade empresarial e contribuir para a geração de empregos.
O projeto de Lei que culminou com a aprovação unânime por parte de Assembleia Legislativa foi discutido em reuniões entre empresários, universidades, centros de pesquisa e o Governo Estadual, coordenados pela Fapesc. O projeto deu origem à lei 14.328, de 15 de janeiro de 2008, que cria o Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação de Santa Catarina, responsável por articular as políticas de estímulo a esta área e a implantação de núcleos de inovação tecnológica nas empresas e instituições. Uma das principais conquistas é a destinação de 1% das receitas líquidas estaduais para a Fapesc e o mesmo percentual para a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).
*Com informações do Ministério da Ciência e Tecnologia
quarta-feira, 3 de junho de 2009
SP lança linha de crédito de R$ 10 mi para projetos tecnológicos de PMEs
O governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento, lançou nesta terça-feira, 2, o primeiro edital do Fundo Estadual de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcet) que vai oferecer R$ 10 milhões em linhas de crédito para projetos de inovação e pesquisa tecnológica de produtos de micro e pequenas empresas paulistas.
O valor limite por empresa é de até R$ 200 mil e o prazo de carência será de até 24 meses. Após esse período o pagamento ainda poderá ser dividido em até 36 meses, com uma taxa de juros de 6% ao ano. O bem comprado, exceto equipamentos de informática, servirá de garantia para a realização do empréstimo.
O objetivo do edital é apoiar empreendimentos inovadores, principalmente os instalados nos parques tecnológicos espalhados pelo estado.
Neste primeiro edital serão selecionadas propostas de empresas industriais e agrícolas, que necessitem de condições especiais de financiamento.
sábado, 28 de março de 2009
MPEs gaúchas têm mais de R$ 13 milhões para inovação
As micro e pequenas empresas do Rio Grande do Sul vão poder recorrer a partir de agora a mais um instrumento de apoio financeiro para desenvolver projetos de inovação, por meio do Programa de Apoio a Pesquisa nas Pequenas Empresas (Pappe Subvenção). Lançado nesta sexta-feira, 27, em Porto Alegre, o programa vai destinar R$ 13,324 milhões em recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresa (Sebrae/RS) e da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) para as iniciativas inovadoras.
O Pappe Subvenção é um programa nacional de cerca de R$ 250 milhões operado de forma descentraliza pelos estados. Tem como principais características o não-reembolso dos recursos, sua alocação diretamente nas empresas – a alocação de recursos obedece a um alinhamento das prioridades de desenvolvimento estaduais e federais.
O Rio Grande do Sul é o décimo segundo estado a lançar um edital Pappe Subvenção. A expectativa é beneficiar entre 40 e 60 micro e pequenas empresas inovadoras gaúchas.
O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), por meio da Finep, selecionou, por intermédio de edital, 17 parceiros estaduais para execução do Pappe Subvenção em todo o país. Para o Programa, foram destinados R$ 150 milhões da Finep e R$ 95 milhões de contrapartidas das instituições executoras nos estados.
O governo do Rio Grande do Sul, por meio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado (Fapergs), também contribuirá destinando R$ 1 milhão adicionais para concessão de bolsas aos pesquisadores das empresas selecionadas.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Notícia: Rio Grande terá complexo de US$ 1,2 bilhão
O Terminal de Regaseificação de GNL de Rio Grande (Tergas) será o primeiro terminal onshore (em terra) no Brasil e o segundo na América do Sul. Com capacidade inicial para processar 6 milhões de metros cúbicos ao dia de gás natural, o Tergas receberá cerca de três vezes o volume de gás natural que o Rio Grande do Sul possui hoje pelo gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol).
Já a Usina Termelétrica de Rio Grande (UTE Rio Grande) representará uma opção para a geração de energia no Rio Grande do Sul, com uma potência instalada de 1 mil MW (cerca de 30% da demanda média de energia do Estado). A termelétrica será uma das maiores usinas a operar no Rio Grande do Sul. Os complexos devem ser implementados no Distrito Industrial do município do Rio Grande.
A Gás Energy New Ventures terá como parceiros no desenvolvimento do Tergás o Fundo InfraBrasil/Santander e a Avir Geração de Energia. Na UTE Rio Grande, os parceiros são a Omega Engenharia e a General Eletric do Brasil. A Gás Energy é uma companhia de assessoria empresarial focada na indústria do gás natural e petroquímica com atuação no Brasil e nos países do Cone Sul, atendendo a clientes em toda a América Latina. A partir de sua sede em Porto Alegre, coordena parcerias estratégicas no País e no exterior.
O coordenador do grupo temático de energia da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Carlos Faria, destaca que um terminal de GNL implica uma maior segurança no fornecimento de gás natural no Estado. No entanto, ele argumenta que a operação a plena capacidade da termelétrica que deve ser construída, absorveria quase toda a capacidade do terminal.
Outro ponto salientado por Faria é que hoje não existe uma rede de gasodutos na região Sul do Estado. Essa estrutura precisaria ser instalada, caso a idéia seja distribuir gás natural no entorno de Rio Grande. Isso só poderia ser feito se houver demanda de gás natural pelas empresas da região.
O secretário estadual de Infra-estrutura e Logística, Daniel Andrade, informa que a usina deve comprometer cerca de 5 milhões de metros cúbicos diários de gás natural do terminal GNL. No entanto, ele revela que há a perspectiva de que o complexo seja ampliado em uma segunda fase para ofertar até 8 milhões de metros cúbicos ao dia. Quanto à falta de uma rede de gasodutos na região Sul, Andrade comenta que a Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás) deverá encabeçar estudos técnicos para avaliar a viabilidade técnica e financeira de instalar gasodutos na localidade.
Andrade demonstra entusiasmo com a possibilidade de uma nova fonte de gás natural para o Rio Grande do Sul. "O protocolo que será assinado pode ser a notícia mais importante para o Estado neste ano", comemora o secretário. Inicialmente, a Sulgás defendia que um terminal de GNL fosse instalado em Rio Grande para difundir um mercado de gás natural na localidade. Mas, as expectativas eram de que o complexo fosse realizado pela Petrobras. Faria acredita que se o terminal da Gás Energy for concretizado, o da Petrobras não deverá ser confirmado.(Fonte: Jornal do Commercio/RS)
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
5 inovações que vão mudar a vida das pessoas em 5 anos, segundo a IBM
Por Network World/EUA
28 de novembro de 2008 - 07h30
O estudo publicado pela IBM 'Next Five in Five' é baseado em tendências sociais e de mercado que devem transformar as vidas das pessoas.
Na atual edição, a companhia aponta maior uso da energia solar, uma "bola de cristal" médica, assistentes virtuais de compra. Essas são algumas das tecnologias que devem se tornar comuns nos próximos cinco anos.Vale ressaltar que boa parte das tecnologias é pesquisada diretamente pela IBM em seus laboratórios. Ou seja: essa lista pode ter mais a ver com tecnologias que a empresa gostaria que se tornassem padrão nos próximos anos, do que com as inovações que, de fato, farão parte do cotidiano das pessoas. Veja a lista com as previsões abaixo.
1. Energia Solar
Graças a um novo tipo de filme, painéis capazes de transformar raios solares em energia elétrica estarão presentes nas calçadas, muros, garagens, janelas e telhados. Esses filmes terão um custo reduzido e serão finos o suficientes para serem aplicados em qualquer superfície. "Até agora, os materiais usados para produzir painéis solares eram muito caros", disse a IBM. "Essas novas células solares podem ser 'impressas' e aplicadas em qualquer lugar."
2. Bola de cristal para a saúde
As pessoas terão uma espécie de "bola de cristal", que irá monitorar a saúde de seus donos. Essas bolas, na verdade, serão análises de DNA que podem indicar riscos de saúde e o potencial surgimento de doenças genéticas e/ou hereditárias. Segundo a IBM, essas análises custarão cerca de 200 dólares e devem ser acessíveis a uma boa parte da população. A parte boa é que as análises também revelarão sobre as doenças que estamos livres, permitindo que as pessoas, por exemplo, comam carne vermelha sem culpa.
3. Internet "falante"
Em vez de você digitar uma palavra no Google, você vai conversar com o Google (algo semelhante já está disponível para os usuários do iPhone). "Logo usaremos apenas a voz para surfar pela web", disse a companhia. A tecnologia será muito útil para pessoas com deficiências de visão ou de movimentos e também pode ser muito empregada em países como a Índia, onde há uma ênfase maior no idioma oral. Além de pesquisar na web, a IBM imagina que será possível responder e-mails e enviar mensagens instantâneas.
4. Assistente de compras digital
Em vez de perguntar para a namorada (ou namorado) se a calça nova vestiu bem e com qual outra roupa ela combina, as pessoas terão a ajuda de assistentes virtuais. Eles recomendarão acessórios e outras peças, como camisas ou camiseta, que poderão ser escolhidos em um menu. Os vendedores serão notificadas instantaneamente e trarão as peças escolhidas.
5. Lembretes automáticos
Esquecer de comprar o pão antes de chegar em casa vai ser coisa do passado. Segundo a IBM, uma tecnologia vai gravar e analisar suas conversas e depois o lembrará das tarefas automaticamente, graças ao GPS dos telefones celulares e câmeras e microfones que estarão espalhados por todos os lugares. Por exemplo, durante uma consulta, o médico recomenda que você não beba álcool por um mês. Ao entrar em um bar, o celular vai disparar mensagens avisando que você contrariou a recomendação médica. Divertido, não?
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Custos relacionados à conformidade aumentaram em quase metade das empresas, aponta pesquisa
Para conduzir os negócios na economia mundial de hoje, as empresas devem cumprir regulamentações específicas de cada país e, muitas vezes, adaptar-se às mudanças ou diferentes interpretações de que as regras estão sujeitas ao longo do tempo. De acordo com uma pesquisa global independente, 45% das empresas registraram um aumento no tempo e nos recursos financeiros necessários para garantir a conformidade com os 13 principais grupos de regulamentações e padrões cada vez mais presentes ao redor do mundo – lei Sarbannes-Oxley, HIPAA, Gramm-Leach-Bliley, J-SOX, Payment Card Industry Standard (PCI), Bill 198, CLERP-9, King Report, AS4360 e ACSI33, Policy 52-109, Loi de Securite Financiere (LSF) e L262/2005.
O estudo, patrocinado pela CA, ouviu cerca de 575 diretores de TI ou executivos de cargos superiores de empresas de grande e médio porte, sediadas nas Américas do Norte, Central e do Sul, na Europa e na região Ásia-Pacífico.
O estudo revelou que a natureza mutável das regulamentações é um fator importante para o aumento dos custos. Na América do Norte, 41% das empresas apontaram a introdução de novas regulamentações como uma razão para o aumento das despesas com conformidade. Na região Ásia-Pacífico, onde a J-SOX – a equivalente japonesa à lei americana Sarbanes-Oxley, que estabelece maior controle dos processos operacionais e financeiros para combater fraudes interna –, foi recentemente aprovada, esse número foi significativamente maior, alcançando 55%. A Europa e as Américas Central e do Sul registraram 40% e 29%, respectivamente.
Mudanças nas regulamentações já existentes também foram apontadas como um fator impactante nos gastos, por 49% das empresas das Américas do Norte, Central e do Sul, por 39% das empresas negócios da região Ásia-Pacífico e por 34% das empresas européias.
O estudo também mostrou que a maioria dos participantes contava com processos manuais para atingir a conformidade, apesar desses processos e da falta de controle centralizado serem "uma receita para a espiral de custos" em um ambiente cada vez mais regulamentado. Mais de dois terços das empresas pesquisadas relataram que mantinham as informações a respeito dos seus controles de conformidade de TI em diversas planilhas e, com freqüência, dentro de unidades organizacionais diferentes. Além disso, mais de 75% disseram que as operações, os testes, o monitoramento e o reporte dos controles de TI eram, na melhor das hipóteses, uma combinação entre processos manuais e automatizados.
Américas Central e do Sul
De acordo com a pesquisa, entre as empresas latino-americanas que foram obrigadas a entrar em conformidade, Basiléia 2 (90%), Sarbannes-Oxley (89%) e AS4360/ACSI33 (88%) são os padrões normativos mais adotados. Além disso, as empresas da região relacionam o aumento dos custos com conformidade a fatores diversos, tais como mudanças de regras (49%) e automação de TI (38%), adotada para racionalizar os esforços com a necessidade da conformidade. É importante ressaltar, também, que para 38% dos altos executivos latino-americanos ouvidos na pesquisa, a conformidade tornou-se uma prioridade.
Na América Latina, algumas empresas estão adotando ‘melhores práticas’ para estarem à frente de seus concorrentes no processo de conformidade. Mas a tarefa de garanti-la é difícil para empresas de todos os tamanhos e de todas as indústrias; a efetividade do processo depende da companhia como um todo e requer coordenação e documentação adequadas. Na região, 42% das empresas utilizam a ISO 17799 ou a ISO 27001 como prática recomendada, enquanto 39% optaram pela ISO/IEC 20000 e 31%, pelo CoBIT.
Em todas as regiões pesquisadas, das 13 normas e regulamentações comuns avaliadas, o estudo mostra que a lei Sarbannes-Oxley (Sox) teve o maior impacto nos custos na TI e nas empresas de maneira geral. A Sox foi seguida, em termos de custos, pela CLERP-9, uma regulamentação australiana para contabilidade corporativa e, em termos de impacto na organização de TI, pela Basiléia 2, norma global que rege a adequação de capital de bancos internacionais. As regulamentações que seguiram a Sox em relação ao maior impacto nas empresas de maneira geral foram as australianas: CLERP-9 e AS4360 – para gerenciamento de riscos – e ACSI33 – para o processamento, o armazenamento e a comunicação de informações do governo.
sábado, 12 de julho de 2008
Esta americana paraplégica, que transformou-se em uma das mais importantes empreendedoras dos EUA
Esta americana paraplégica, que transformou-se em uma das mais importantes empreendedoras dos EUA, revolucionando o mundo das cadeiras de rodas de alta tecnologia e performance, esteve presente na REATECH´2008 trazendo seus conhecimentos a nós brasileiros e também para divulgar sua parceria com um importante fabricante de cadeiras de rodas nacional...
Tenha Excelente Semana
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quarta-feira, 2 de julho de 2008
O dia em que o mundo mudou
O dia 1º de Julho de 1988 foi um dia especial para o mundo: há 20 anos nascia a espinha dorsal da Internet, o primeiro backbone de 1,5 megabit por segundo. Dois anos antes, a National Science Foundation (NSF) havia deixado para trás as barreiras do militarismo que ainda envolvia a ArpaNet, o verdadeiro embrião da Internet, e criado uma rede onde qualquer instituição poderia conectar suas próprias redes. A "rede das redes" da NSF nascera com seis nós e uma conexão de 56 kbps, uma velocidade enorme para uma época em que os modems profissionais funcionavam a 4.800 bps. Mas o crescimento das redes interligadas foi maior do que o esperado, exigindo um salto impressionante para a época - um backbone de 1,5 Mbps não era algo que simplesmente se solicitava pelo 0800 de uma operadora, era algo que devia ser essencialmente criado, configurado e testado. É por isso que a NSF, ao comemorar o 20º aniversário da implantação do seu backbone, chamou aquele 1º de Julho histórico de "O dia em que o mundo mudou." E mudou para melhor, para muito melhor. O conhecimento humano, antes encerrado em bibliotecas inacessíveis para a maioria, de repente começou a fluir por canais que agora se espalham pelo mundo inteiro. E esta fluidez está catalisando novas mudanças, acelerando-as. Claro que há os que alardeiam que a Internet também espalha coisas ruins. Há que se combater esses desvios, sem qualquer dúvida, mas não há motivos para se concentrar neles. Se os olhos são o espelho da alma, talvez essas pessoas não consigam ver muito além do que já trazem consigo. De forma que são justamente elas as que mais têm a ganhar com a fluidez do conhecimento, com a colaboração bondosa e desprendida dos anônimos que constroem essa nova Biblioteca de Alexandria sem muros e sem fronteiras, quem sabe inspirando-se para transformar o hoje naquele dia em que o seu próprio mundo irá mudar. Boa leitura. Agostinho Rosa Editor |